Abaixo, as duas partes da entrevista que fizemos com ele para o clássico programa Deu Merda:
Editora Merda na Mão
Publicando os Impublicáveis - editoramerdanamao@yahoo.com
sábado, 14 de março de 2026
Versos & Cortes # 15 — Glauco Mattoso, " o poeta da crueldade"
Neste episódio do Versos & Cortes, Diego El Khouri lê um poema de Glauco Mattoso, autor frequentemente chamado de “poeta da crueldade”. Figura fundamental da chamada poesia marginal brasileira desde os anos 1970, Mattoso construiu uma obra singular ao tensionar a tradição literária com sarcasmo, obscenidade, crítica política e um humor feroz. Em sua escrita, o soneto clássico deixa de ser apenas forma: vira campo de confronto, um espaço onde a linguagem é levada ao limite e a moral confortável do leitor é constantemente provocada.
O poema apresentado integra o livro Deshumanismo em Dissonetto (2022), publicado pela Editora Merda na Mão. A obra nasce sob o signo deste século sinistro — perverso, violento e fascista — e radicaliza a proposta estética de Mattoso ao empurrar o soneto para zonas extremas de dissonância, onde convivem violência verbal, ironia corrosiva e uma recusa aberta à hipocrisia cultural. Cada poema funciona como uma pequena máquina de choque — ao mesmo tempo erudita e escatológica, clássica na forma e explosiva no conteúdo.
A leitura é realizada por Diego El Khouri, artista visual e escritor que também assina a arte da capa e o prefácio desta edição, ao lado de Fabio da Silva Barbosa. O encontro entre o universo gráfico de El Khouri e a poesia brutal de Mattoso reforça o espírito do livro: uma obra que não busca conciliação, mas confronto.
Aqui o programa na íntegra:
DISSONNETTO ASSUMIDO [0509]
Mattoso, que nasceu deficiente,
ainda foi currado em plena infância;
lambeu com nojo o pé; chupou com ânsia
o pau: mijou engoliu, salgou o quente.
Escravo dos moleques, se ressente
do trauma e se tornou da intolerância
um nu ou cru cantor, mesmo à distância,
enquanto a luz se apaga em sua lente.
Tortura, humilhação é o que se excreta
das glândulas, dos poros, duma pica,
são temas que abordou, na mais castiça
e crua das linguagens, o antisheta.
Merece o que o vaidoso não cobiça
e ao povo odiado a praxe veta:
um título que, além de ser “poeta”,
será “da crueldade” por justiça.
(Glauco Mattoso)
Versos & Cortes é um programa periódico do canal do youtubodigestivo da Editora Merda na Mão dedicado à poesia, leituras públicas e literatura underground — um espaço para autores que operam fora das vitrines domesticadas da cultura.
Aqui a palavra não vem para agradar.
Vem para cortar.
Título: Deshumanismo em Dissonetto
Autor: Glauco Mattoso
Formato: 14X21 cm
Páginas: 208
Capa: cartão 300 c/ laminação brilho
Diagramação da capa: Jackson Abacatu
Diagramação do miolo: Fabio da Silva Barbosa
Arte da capa: Diego El Khouri
Esta obra marcou a 40ª publicação da Editora Merda na Mão
Aqui estão as duas entrevistas que Diego El Khouri realizou com Glauco Mattoso, ainda antes da existência da Editora Merda na Mão:
sexta-feira, 13 de março de 2026
A FÁBULA DO CANGURU E DO ORNITORRINCO
(Por: Winter Bastos)
Ei, você aí, me diz uma coisa: cê prefere uma vida mais longa e tranquila ou uma mais intensa, porém mais curta? Não, não, não, camarada, não se apresse a responder. Leia primeiro esta estória, que tem o título A FÁBULA DO CANGURU E DO ORNITORRINCO. É, tem razão, o título já estava escrito aí em cima, mas tudo bem, era pra ver se você estava prestando atenção. Aí vai:
Era uma vez (ou duas, não lembro bem) um canguru que vivia encarnando no seu colega ornitorrinco.
- Cara, cê vive aí paradão na beira do rio, parece até tartaruga ou cágado ou jabuti, sei lá, não parece nem que é meu parente, afinal cê também é mamífero australiano, né? - Ia dizendo o canguru saltando no mesmo lugar, agitado como ele só - Cê tem que aproveitar a vida, o mundo tá girando e tu aí parado, perdendo tempo, vai curtir...
O ornitorrinco abriu o bico num grande bocejo e nem se deu ao trabalho de responder. Foi se requebrando devagar margeando o rio e, antes que entrasse preguiçosamente na água, ouviu o ruído do canguru em disparada pela estrada de terra, levantando poeira com seus saltos. Zuuuuuuum!
- Uaaaaaaa! - bocejou o ornitorrinco depois de seu longo banho, subindo de novo pela margem.
- Ué, cê ainda está aí? - perguntou o canguru, que já tinha voltado.
O outro, em vez de responder, só vasculhou entre os pelos procurando alguma coisa que tinha guardado. Achou: era um preservativo.
O canguru arregalou os olhos e disse que aquilo era um absurdo, afinal ornitorrinco não usa camisinha, onde é que já se viu isso, como pode? "Cê é maluco, cê é maluco", repetia o sujeitinho saltitante levantando mais pó da estada.
- Em vez de ficar aí parado segurando isso, você tinha é que fazer como eu: correr por aí. Eu já conheci tudo quanto é lugar. Subi nas montanhas mais altas, corri pela beirada dos desfiladeiros, dei mergulhos ornamentais em lagoas profundas. E você, já fez o quê? Fica só aí na beira do rio. Cê é mesmo um esquisitão, nem sabe o que tu mesmo é: tem bico mas também tem pelo, nasce em ovo mas não é réptil. Onde é que já se viu um mamífero assim?
- Ué? Aqui, ora - disse o ornitorrinco antes doutro bocejo.
O canguru ficou com os olhos injetados de raiva, não sei se pela resposta ou pelo bocejo, ou pelas duas coisas. Esbravejou:
- Seu esquisitão, seu doido varrido, fica aí então!!! Eu vou aproveitar a vida - e saiu em disparada levantando um turbilhão de poeira.
Uma ornitorrinco fêmea, que aliás era feminista e só aceitava ser chamada de ornitorrinca, se aproximou do colega bicudo e perguntou:
- O que deu nesse seu amigo pra sair correndo assim?
- Ah, deixa ele pra lá.
A ornitorrinca chamou então o colega para a outra margem, onde ficaram preguiçando juntos, até que ela perguntou:
- Você trouxe camisinha?
///
* Retirado do blog Expressão Liberta (https://expressaoliberta.blogspot.com/), página criada por Winter Bastos, editor do zine O Berro.
quinta-feira, 12 de março de 2026
Relato de um artista que se recusou a morrer
Recentemente anunciei o fim da minha jornada artística. E não, não foi por falta de dinheiro ou de reconhecimento. Com isso eu sempre soube lidar, inclusive com a falta. Nunca tive preguiça de correr atrás, nem fui apegado a essas coisas como a maioria das pessoas costuma ser. O que me atravessava eram outras forças. Coisas mais profundas, mais difíceis de explicar, que estavam me dilacerando por dentro.
Mas naquela mesma postagem recebi um sacode do camarada Eduardo Marinho. Um daqueles sacodes que chegam na hora exata. Foi talvez a melhor coisa que eu poderia ter ouvido naquele dia.
Aquilo me fez parar, pensar e reorganizar o caos.
Agora volto ainda mais intenso. Mais instigante. Com a mesma dedicação radical de sempre. A arte continua sendo para mim o que sempre foi: uma obsessão criativa, louca, subversiva e prazerosa, capaz de incendiar o pensamento insurgente.
Não me subordinar a padrões impostos.
Não domesticar o olhar.
Não pedir licença.
Não abaixar a cabeça.
E, acima de tudo, voltar a pensar em mim mesmo, na minha própria trajetória de vida.
Porque é isso que precisa estar no centro de tudo.
Acima das expectativas dos outros.
Acima das convenções.
Acima de qualquer tentativa de enquadramento.
É daí que devem nascer as escolhas dos meus dias.
Então aguardem.
Porque muita coisa phoda ainda vai rolar por aí.
quarta-feira, 11 de março de 2026
Diego El Khouri no Conexão Roots falando de arte underground e literatura independente
No dia 10/04, às 20h, a Conexão Roots recebe Diego El Khouri para um bate-papo sobre arte, literatura independente e cultura underground. A apresentação fica por conta de Cris Roots e JP Roots.
Diego El Khouri é um dos criadores da lisérgica punk Editora Merda na Mão, fundada em 12 de abril de 2020 por Fabio da Silva Barbosa e pelo próprio artista. A editora nasceu com uma missão direta: publicar os impublicáveis.
Trata-se de uma editora independente dedicada a obras ousadas, marginais e sem espaço no mercado editorial tradicional. A Merda na Mão abre caminho para autores e artistas que enfrentam barreiras no circuito convencional, publicando livros, zines, HQs e poesia com uma estética profundamente subversiva, cultural e underground.
Em quase seis anos de atividade editorial, já são mais de 50 publicações, somando cerca de 60 títulos.
Entre suas características marcantes estão:
-
Publicação gratuita para autores, algo raro no cenário editorial.
-
Atuação multiforme, envolvendo livros, zines, distro, eventos e presença em feiras culturais.
-
Projetos ligados à editora, como o selo musical Ruídos Absurdos, voltado para a cena noise, hardcore e experimental.
-
Distribuição de CDs e materiais de bandas do underground.
Durante o programa, o público também poderá participar enviando perguntas ao convidado, tornando o bate-papo ainda mais direto e interativo.
Instagram da rádio: https://www.instagram.com/web.radio.jp_roots67?igsh=MXZ6bXVoOGpjN3cwYg==
terça-feira, 10 de março de 2026
O ARTISTA ESTÁ EM CRISE.
Por Gutemberg F. Loki.
O artista está mal
O artista está em crise
O mundo não ajuda
E a vida não é nada easy
O artista está mal
O artista está em crise
Céus tão escuros
Momentos em reprise
O artista está mal
O artista está em crise
Sonhos que choram
Debaixo da marquise
O artista está mal
O artista está em crise
O artista se pergunta:
"Onde está a sua expertise?"
O artista está mal
O artista está em crise,
Mas ele sabe que não pode
Viver com a alma na valise
O artista está mal
O artista está em crise,
Mas ele precisa reagir
Antes que a dor o pulverize.
domingo, 8 de março de 2026
Editora Merda na Mão celebra o 8 de março como dia de luta e resistência
Hoje é 8 de março.
Hoje é dia de celebrar a luta e resistência.
O Dia Internacional da Mulher nasceu da revolta. Do sangue escorrendo pelos lares e ruas. Nasceu da luta de mulheres que disseram: CHEGA!
No início do século passado, operárias morreram queimadas dentro de uma fábrica onde trabalhavam em condições brutais, com portas trancadas e jornadas desumanas. A memória delas virou símbolo de resistência.
Chega de violência.
Chega de abuso.
Chega de machismo.
O feminicídio é real. A brutalidade do machismo também. E isso precisa acabar. casos violentos se proliferam dia após dia, segundo após segundo... e não podemos nos calar.
A Editora Merda na Mão se posiciona contra o feminicídio e contra toda forma de violência contra mulheres.
Resistência sempre.
Editora Merda na Mão.
Publicando os impublicáveis
e cuspindo no status quo.
Título: Marielle Franco
Técnica: Óleo sobre papel
Dimensões: 420 x 297 mm
Artista: Diego El Khouri
Título: Rosa Parks
Técnica: Óleo sobre papel
Dimensões: 420 x 297 mm
Artista: Diego El Khouri
sábado, 7 de março de 2026
FSB aparece — com sua graça maldita — no blog da Editora Merda na Mão
Perfeição
Por Fabio da Silva Barbosa
A vida noturna começa
com suas luzes acendendo
e os bares abrindo
Os primeiros notívagos aparecem
povoando as calçadas irregulares
Em breve o fluxo estará tão intenso
que os pedestres começarão a ocupar também as ruas
indo e vindo
de e para
todas as partes
Acho a noite muito mais
Interessante, linda e agradável
ainda mais por ser
quando nos encontramos abraçamos e beijamos
quando perambulamos pela madrugada
empinando a garrafa de vinho
fumando nossos cigarros artesanais
naturalmente aromatizados
proibidos e mal vistos pelos hipócritas
e a gente nem aí
seguimos nosso caminho
sem ligar para os escrotos
damos risadas ébrias
invadindo o mundo normalóide dos apáticos conformistas
barbarizando a civilização
chocando os caretas retrógrados
despreparados para nosso devaneio eterno
nosso delírio cotidiano
nossa loucura santa
nosso ateísmo blasfemo niilista
As noites são
cada vez mais atraentes
ainda mais hoje
que tenho
sua companhia, parceria, amizade
Das garrafas que estouram
contra muros e postes
até nossos momentos
sob cobertores
e o ventilador de teto girando
fazendo aquele barulho estranho
enquanto nossos corpos se derretem
Lençóis encharcados de suor
Seu ronronar baixinho
como felina graciosa
a me completar
tapando os imensos buracos
nos quais já havia me afundado
terça-feira, 3 de março de 2026
No Dia da Vida Selvagem, Glauco Matoso Relembra Livro da Merda na Mão
Via Glauco Mattoso
No dia da vida selvagem, vale lembrar algo do livro ARACHNOPHOBIA, publicado, em edição impressa, pelo sello Merda na Mão.
COBRAS, RATTOS E LAGARTOS [4554]
Fallar ouço que cobra come aranha!
Que aranha come cobra eu nunca tinha
ouvido! Acho que a falha é mesmo minha...
Mas é o fim da piccada, hem? Coisa extranha!
Desculpa o trocadilho, mas tamanha
aranha a gente nunca que adivinha
que exsista! Qual o nome da fofinha?
Golias? Minha nossa! Essa me appanha!
Me appanha de surpresa e mette medo!
Quem é que ao ouvir isso não se abbanna?
Não, gente! Olha o tamanho da bichana!
Maior do que uma pizza! Eu retrocedo!
Nem quero chegar perto! Alguem se uffana
de nessa cabelluda pôr o dedo?
Mas tento, em vão, fugir ao forte enredo!
Caralho! Olha! Comeu a rattazana!
segunda-feira, 2 de março de 2026
o fétido governo de washington
Por edu planchêz pã maçã dylan silattian caramuru
o fétido governo de washington odeia o verão,
escarra na primavera,
é um cavalo de fogo podre desgovernado,
suas ventas cheiram e assopram a morte,
Por edu planchêz pã maçã dylan silattian caramuru
o fétido governo de washington odeia o verão,
escarra na primavera,
é um cavalo de fogo podre desgovernado,
suas ventas cheiram e assopram a morte,
ele atrairá sobre si os demônios da degeneração cósmica
nos braços de Allen Ginsberg estou, estás,
está os olhos de Nitiren Daishonin orando para os crânios
que rodeiam seu frágil iglu há 55 graus abaixo de zero
na ilha de sado-ga-shima...
assassinos, inocentes, levados para ali covardemente
num barco de madeira "tarai bune"
o fétido governo de washington,
nesse agora bombardeia o Irã
em nome do poder aniquilador,
ele conhecerá as vozes das centúrias de Nostradamus,
se perderá pelas linhas das palavras,
mergulhará na lama dessa óbvia profecia,
o que você diz, Allen Ginsberg?
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domingo, 1 de março de 2026
O Filósofo da Maconha chega às mãos de uma ativista da cannabis
Paula Neves adquiriu a HQ O Filósofo da Maconha
Advogada atuante desde 2006, vice-presidente da Associação Mães de Cannabis, membro da Comissão de Cannabis Medicinal e do Cânhamo Industrial da OAB/GO e pós-graduada em Direito Processual Civil, Paula Neves fortalece o ativismo canábico com coragem, técnica e posicionamento.
E essa semana, essa guerrilheira da resistência, comprou a HQ O Filósofo da Maconha, quadrinho que tem 126 páginas e foi publicado pela Editora Merda na Mão, com roteiro de Fabio da Silva Barbosa, desenhos de Diego El Khouri e prefácio de Ciberpajé.
E como todo mundo que adquire, ela ganhou uma caricatura personalizada na primeira página — marca registrada da editora.
A Editora Merda na Māo
segue publicando
os impublicáveis
e cuspindo no status quo.
Título: O Filósofo da Maconha
Roteiro: Fabio da Silva Barbosa
Desenho: Diego El Khouri
Prefácio: Ciberpajé
Formato: 29,5 x 21 cm
Páginas: 126
sábado, 28 de fevereiro de 2026
HQ O Filósofo da Maconha e zines chegam ao lar do camarada Ivan Silva
Chegou na casa do múltiplo artista Ivan Silva , O FILÓSOFO DA MACONHA — acompanhado de vários outros zines saídos direto das vísceras da EDITORA MERDA NA MÃO.
Ivan é camarada antigo dos idealizadores da editora, principalmente de Diego El Khouri. Lá atrás, entre 2012 e 2013, eles fizeram juntos as três edições do lendário Zine Brenfa — que virou peça clássica na cena underground.
E tem mais camada nessa história:
Ivan chegou a musicar, certa vez, um poema de Fabio da Silva Barbosa — justamente um dos pilares criativos por trás do quadrinho. Ou seja, as conexões não são recentes. Elas vêm sendo costuradas há anos, entre som, palavra e imagem.
Agora o ciclo se expande.
O Filósofo da Maconha esfumaçando lares.
126 PÁGINAS de fôlego.
Roteiro de Fabio da Silva Barbosa, desenhos de Diego El Khouri e prefácio de Ciberpajé .
Mais que envio, é reencontro.
Mais que quadrinho, é continuidade de uma trajetória feita no papel, na amizade e na insistência.
É com honra que esse trabalho chega às mãos de um velho parceiro de batalha gráfica e sonora.
A Editora Merda na Mão segue publicando os impublicáveis e cuspindo no status quo, porraaaa!!!!!
Ahh.. vale ressaltar que na primeira página da HQ, Diego fez uma caricatura exclusiva de Ivan, acompanhada de dedicatória — como acontece com todo mundo que adquire O Filósofo da Maconha.
É aí que a coisa muda de chave: deixa de ser apenas uma história em quadrinhos e passa a ser uma peça única. Cada exemplar ganha intervenção direta, traço original, gesto irrepetível.
*********
Como aqui já foi dito nessa postagem:
Entre 2012 e 2013, Diego produziu ao lado de Ivan as três edições do zine Brenfa — um artefato gráfico ácido, direto e sem pedir licença.
O foco principal eram cartuns e charges críticas, mirando o moralismo, a caretice e o teatro social. Mas as duas primeiras edições também abriram espaço para poesias, textos e uma entrevista bombástica com o poeta Glauco Mattoso.
Abaixo as 3 edições publicadas na época:
zine Brenfa nr. 1
16 Páginas
Dimensões: 21 x 15 cm
Ano: 2012
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zine Brenfa nr. 2
16 Páginas
Dimensões: 21 x 15 cm
Ano: 2012
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A terceira edição veio como um soco editorial: especial, reunindo os melhores cartuns das duas anteriores, somados a trabalhos inéditos. Foi a mais robusta — 28 páginas — e a única com capa e contracapa coloridas. Dentro, apenas cartuns e charges. Só lâmina gráfica.
Brenfa não era só um zine. Era munição artesanal contra o status quo.
* Capa
zine Brenfa nr. 3
28 Páginas
Dimensões: 21 x 15 cm
Ano: 2013
Contracapa
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