Por Clarisse da Costa
Nem o toque, nem o hoje,
nem o ontem — tudo se perdeu
numa história de fragmentos
que o tempo jamais reconheceu.
E se por amor você existiu,
por ódio deixou de existir.
Cada palavra, cada promessa,
faço questão de sufocar.
Deixo por escrito o adeus
sem permitir-me te olhar.
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