ELECTRO ESPECTRO.
Quem quiser adquirir, é baratinho: é só acessar o QR Code ou o link abaixo. O livro chega numa boa, direto na sua casa.
| Dimensões: 13,9 × 21 × 0,38 cm |
ELECTRO ESPECTRO.
| Dimensões: 13,9 × 21 × 0,38 cm |
https://www.revistaobule.com.br/
Ao ler um livro, vocês já sentiram que ele é uma conversa entre vários escritores, filósofos, intelectuais e artistas?
Ensaios sobre a total libertação decide brincar com a metaficção e a intertextualidade e criar um verdadeiro labirinto de referências. Para quem ama a literatura, em especial, o livro está cheio de "easter eggs"!
Olha só quem você vai encontrar:
Carlos Drummond de Andrade: É o autor da epígrafe do livro Manicômio, encontrado num banco de uma praça por João. Seu nome também compõe o título do primeiro conto: " Drummond no Orkut". É autor do livro do poema "A um ausente", transcrito no perfil do Orkut de Maria Angélica, autor do livro de poemas A rosa do povo, analisado no projeto de mestrado (“A máquina-führer”). Eita, Drummond!
Machado de Assis e José de Alencar: citados no conto “Drummond no Orkut”, quando João, o protagonista, lê o livro Manicômio.
Campos de Carvalho: Escritor real, mineiro, tomado como personagem e autor (ficcional) de “Beócia carta para um mundo igualmente etc.”, sua derradeira obra. Seu romance A lua vem da Ásia é um dos objetos de análise do projeto de mestrado de Sinvaldo Júnior – tudo isso acontece no conto "A máquina- führer".
Belchior: Mencionado como o autor de uma música que ainda será composta.
Thomas Hobbes: Referenciado na expressão "Thomas no Hobbes", usada pelos personagens do conto "Ensaio sobre a libertação total". Sua ideia de que "o homem é o lobo do homem" (homo homini lupus) é citada e contrastada com a Filosofia Libertadora, criada pelo personagem Jéferson, do mesmo conto.
John Locke: Referenciado na expressão "John no Locke" e mencionado entre os grandes filósofos com os quais a Filosofia Libertadora se compara.
Karl Marx: Mencionado em discussões sobre socialismo e citado, por Jéferson, por ter acertado que "a filosofia deve incidir sobre a realidade".
Sócrates: Citado nas reflexões sobre a Filosofia Libertadora. É referenciado por sua máxima de que o "filósofo é aquele que nada sabe" e por seu lema "Conhece-te a ti mesmo", que é complementado para incluir o inimigo. A falsa modéstia do Grande filósofo é comparada à de Sócrates.
Platão: Mencionado em dois contextos: primeiramente, como um dos filósofos que substituiu na vida de Jéferson temas como atrizes e futebolistas; e em uma comparação da Filosofia Libertadora com a Teoria das Ideias (mundo sensível e mundo inteligível).
Aristóteles: Mencionado pela definição de filósofo (aquele que tem a totalidade do saber possível) e pela definição de sofista.
Friedrich Nietzsche: Referenciado na comparação com a Filosofia Libertadora, através dos conceitos de "homem" (fase estática) e "super-homem"(fase dinâmica), e é citado, de forma paradoxal, com um verso da Bíblia.
Guimarães Rosa: Autor do livro Sagarana, classificado como "excelente" em “antifadorogerssilva@yahoo.com.br”. Seu conto "O espelho" também é citado por Jéferson e seu livro Primeiras estórias é mencionado como um livro que o protagonista do conto “Ensaio sobre a libertação total” ainda não tinha lido.
Sófocles: Autor da obra Édipo Rei, lida por Jéferson, que cita um verso dela.
René Descartes, Rousseau, Kant, Auguste Comte: Mencionado entre os grandes filósofos para comparação com a Filosofia Libertadora, de Jéferson.
Érico Veríssimo: Mencionado como o autor do livro Clarissa, classificado como "muito mais ou menos", por Rogers, o protagonista de “antifadorogerssilva@yahoo.com.br”.
Rachel de Queiroz: Citada como a autora de O quinze,
considerada uma obra "aceitável pra um autor estreante",
também no conto “antifadorogerssilva@yahoo.com.br”.
Clarice Lispector: Mencionado como a autora de Perto do coração selvagem, classificado como uma "ótima estreia".
José Lins do Rego: Mencionado como o autor do livro Menino de engenho, classificado como "até bonzinho".
Jorge Amado: Mencionado como o autor de O País do Carnaval, que "foi bem aceito, mas nem se compara ao meu", dito por Rogers por conta do seu primeiro romance publicado, Paraíso. Está em “antifadorogerssilva@yahoo.com.br”.
Gabriel García Márquez: Autor do livro O outono do patriarca, de onde é retirada a epígrafe do conto “antifadorogerssilva@yahoo.com.br”.
Luigi Pirandello, Jorge Luis Borges, Paul Auster: Autores cujas obras curtas Rogers Silva leu em busca de inspiração para o final do seu conto.
Augustina Bessa-Luís: Autora da obra A sibila, citada no caderno de anotações de Rogers Silva.
Ignácio de Loyola Brandão: Autor da obra O anônimo célebre, citada no caderno de anotações de Rogers Silva.
Rogers Silva (eu mesmo): O livro Manicômio é achado por João, personagem do conto “Drummond no Orkut”. Rogers também é o tema central da história "A máquina-führer", onde é mencionado como o autor que criou o personagem KlausHoffman e, por consequência, seria considerado o "Grande Culpado" pela Segunda Guerra Mundial, o que o levaria ao suicídio. Rogers (eu mesmo) também é o protagonista de “antifadorogerssilva@yahoo.com.br”.
Obras literárias lidas e discutidas em Ensaios sobre a total libertação:
Manicômio: O livro encontrado por João na praça, escrito por Rogers Silva (eu!). As narrativas do livro são lidas pelo personagem João.
Paraíso: O primeiro romance publicado por Rogers Silva, escrito entre os dezesseis e dezessete anos e tema de discussão entre o autor e seu "perseguidor" em “antifadorogerssilva@yahoo.com.br”.
O quinze: Livro de Rachel de Queiroz, comparado à obra de estreia de Rogers Silva.
Perto do coração selvagem: Livro de Clarice Lispector, comparado à obra de estreia de Rogers Silva.
Sagarana: Livro de Guimarães Rosa, comparado à obra de estreia de Rogers Silva.
Menino de engenho: Livro de José Lins do Rego, comparado à obra de estreia de Rogers Silva.
Clarissa: Livro de Érico Veríssimo, comparado à obra de estreia de Rogers Silva.
O país do carnaval: Livro de Jorge Amado, comparado à obra de estreia de Rogers Silva.
A lua vem da Ásia: Romance de Campos de Carvalho, analisado no projeto de mestrado, em paralelo com A rosa do povo, por um personagem que surge em “A máquina-führer”.
A rosa do povo: Livro de poemas de Carlos Drummond de Andrade, analisado no projeto de mestrado. Aparece no mesmo conto.
Visão 1944: Poema de A rosa do povo de Drummond, citado no projeto de mestrado. Aparece no mesmo conto.
Édipo Rei: Obra de Sófocles, indicada por um amigo a Jéferson e lida por ele, que cita um verso.
A um ausente: Poema de Carlos Drummond de Andrade transcrito no perfil do Orkut de Maria Angélica.
Quer descobrir mais referências?
Estão lá no Ensaios sobre a total libertação.
AGUARDEM. AGUARDEM.
Está quase saindo do caldeirão de fogo a HQ XXI — A Ópera da Desgraça. 200 páginas de um trabalho de fôlego, produzido ao longo de 3 anos (2019–2023) por Diego El Khouri, o outsider da galáxia de Parnaso, como quem escrevia o último adeus da arte — a cortina fechando, a luz se apagando na retina.
Entre mergulhos artísticos, o caos, a luta insana pela sobrevivência, a total precariedade dos dias, outros lançamentos e a vida em ruínas, essa HQ ficou guardada na gaveta — agora vamos vomitar no mundo essa obra provocativa, visceral e indigesta, a crítica mais pesada e contundente que o século XXI vai ter que engolir.
Roteiro e desenho: Diego El Khouri
Prefácio: Fabio da Silva Barbosa
Diagramação: Lívia Batista / Mova-se Projetos Culturais.
Editora Merda na Mão — publicando os impublicáveis —
Fevereiro de 2026. Aguardem.
A Editora Merda na Mão é uma editora independente criada em 12 de abril de 2020 por Fabio da Silva Barbosa e Diego El Khouri, com a missão de publicar os impublicáveis — obras ousadas, marginais e sem lugar no mercado editorial tradicional. Ela dá espaço a autores e artistas que enfrentam barreiras no circuito convencional, lançando livros, zines, HQs e poesia sem cobrar dos autores e com forte estética subversiva e cultural underground.
https://editoramerdanamao.blogspot.com/
PUBLICANDO OS IMPUBLICÁVEIS
https://www.youtube.com/c/EditoraMerdanaM%C3%A3o
Mais de 50 publicações — cerca de 60 títulos em quase 6 anos de trabalho editorial.
Publicação gratuita para autores — não cobra dos autores para publicar, o que é raro no cenário editorial.
Atuação multiforme — além de livros e zines, desenvolve selo musical, distro, eventos e presença em feiras culturais.
Selo musical Ruídos Absurdos – um selo ligado à editora que publica material musical na cena noise, hardcore e experimental.
Merda na Mão Distro – distribuição de CDs e material de bandas nacionais e internacionais do underground.
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Nova publicação da Editora Merda na Mão:
| Dimensões: 13,9 × 21 × 0,38 cm |
E a frase ecoa:
"Vc não tem Instagram?!
Em que mundo vc vive???
Plágios de mesa de bar e outros lugares, por Omar Chuá
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* Retirado do blog de Ivan Silva: https://atunalgun.blogspot.com/
Por edu planchêz maçã silattian
para começar equilibrar os chakras, respiro, bebo água
pingo embaixo da língua 4 gotas de floral,
como uma banana d'água,
faço um pouco de polarização energética
bebo mais água, engulo um calmante
e acendo o meu fiel baseado,
agora o dia começa, minha senhora,
levantou e veio ler o que estou escrevendo,
ela não é a matilde de pablo neruda, nem a galla de dali,
muito menos frida de diego reviera,
e sim a feiticeira catarina crystal
de edu planchêz pã maçã silattian rei lagarto
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Uma oportunidade única e imperdível:
concorrer a uma caricatura personalizada, feita exclusivamente para você.
Prêmio:
Arte original, criada do zero,
com o traço de Diego El Khouri.
R$ 20 cada número
15/02/2025 — 15h
Pix: 02098805110
@diegoelkhouriart
Não é sorteio comum.
É arte feita pra uma pessoa só.
Por Krishnamurti Góes dos Anjos
Anímica é o 13º livro publicado do escritor Milton Rezende que acaba de vir à público pela Editora Penalux. Na orelha da obra, Rezende fornece breve descrição de como o livro surgiu e de como foi viabilizada a sua edição: “A ideia deste livro veio de uma derivação. Eu já tinha pronto e no prelo, para sair, a minha Antologia Poética. Acontece que era um projeto maior, que cobria grande parte da minha produção poética ao longo destes exatos 36 anos de estrada literária, a contar da data da publicação do meu primeiro livro, 1986. Então tornou-se inviável economicamente, no curto prazo. Nesse ínterim surgiu a possibilidade da inscrição em Ervália, MG, minha terra natal, numa iniciativa cultural no âmbito da Lei Aldir Blanc. Remodelei meu projeto, enxuguei-o ao máximo para se enquadrar aos valores e parâmetros estabelecidos pela Lei e o inscrevi ao certame. Foi escolhido e agora ele é este livro que você tem nas suas mãos. Acolha-o, como se acolhe um protótipo de algo maior, mas que, no entanto, pode ter a certeza de que ele é autônomo e traz todas as características específicas a si mesmo e nada fica a desejar ao corpo maior de onde foi extraído.”
Esclarecemos de saída que o termo Anímico deriva do grego animé, que significa alma. O livro é dividido em 4 partes: Coletânea Cemiterial, Poesias traduzidas, Poemas sequenciais e Prosa poética. Nele o leitor encontra o escritor experiente, que faz perquirições existenciais de suma importância para o mundo tresloucado no qual transformamos o que vivemos hoje. Quanto à primeira, parte da obra, merece registro o fato de que Rezende é autor de outra obra publicada em 2014 que tem o título de “A magia e a arte dos cemitérios”. Um alentado estudo sócio-histórico sobre os cemitérios configurando-os como espaços em que arquitetura, paisagem e artes visuais dialogam com a morte e onde aflora o sentimento de angústia, inerente ao ser humano diante da certeza de seu fim. Lugar onde, fundamentalmente, luto e melancolia, tristeza e dor, medo e sobrenatural materializam-se e ganham evidência. A espacialidade desses ambientes, onde a consciência da finitude humana se faz presente e nos instiga, expõe também uma certa cultura material que age sobre nossos sentidos e ações e revela um singular aspecto da morte domesticada. Como se isto nos fosse possível...
Milton Rezende se refere à condição humana em uma estrofe do poema “Poética I”:
“Os homens estão todos presos / e o poema é apenas um grito / que sufoca em palavras o desespero / dessa nossa cela absurda.”
Oportuna a publicação repetimos, porque no mundo hoje, para além de uma pandemia que já ceifou 3,5 milhões de vidas, conflitos militares aqui e ali seguem se multiplicando ameaçando desastres humanos de proporções mundiais.
Embora nos questionemos pouco sobre a morte, acostumados que vamos ficando com a ideia de ‘parquinho de diversão eterno’ em que querem transformar (sem êxito algum), o planeta Terra, a humanidade segue sua caminhada insensata fomentando paixões que consomem, ódios e diferenças que se aprofundam.
Dono de um estilo que mistura lirismo com pitadas de ironia e sarcasmo, o autor nos faz refletir: por que as gerações se sucedem como camadas de areia que acarretadas incessantemente pelas ondas, vão cobrir outras camadas que as precederam? Por que esses trabalhos, essas lutas, esses sofrimentos, se tudo deve terminar no sepulcro?
No poema “A voz do silêncio”, ainda na série da Coletânea Cemiterial, o poeta a certa altura escreve:
“Mas a terra / (com seus vermes) / decompõe ao seu contato / todo o meu aprendizado / doloroso da vida.
E uma cova me absorvendo / transforma tudo o que fui / num triste resumo de pó / que um dia se chamou homem.
E que lhe deram um nome / (que tive), mas que a terra / aterra no tempo o traço / nominal dessa efemeridade.”
Em sua carreira, para onde vai, pois, o homem? Para o nada ou para uma luz desconhecida? A natureza, risonha, eterna, moldura as tristes ruínas dos impérios, com os seus esplendores. Nela nada morre, senão para renascer. Leis profundas, uma ordem imutável, presidem às suas evoluções. Só o homem, com suas obras, terá por destino o nada, o olvido? Qual o homem que a si mesmo não pediu explicação desse mistério? E que não refletiu no que o espera a si próprio? Seria a morte triste repouso no aniquilamento ou, ao contrário, o ingresso em outra esfera de sensações?
No meio de nossos rudes labores, nenhum ideal elevado, nenhuma noção clara do destino nos sustém; daí nossos desfalecimentos morais, os excessos de revoltas. Extinguiu-se a fé do passado; o ceticismo e o materialismo hedonista substituíram-na, e, ao sopro destes, o fogo das paixões, dos apetites do desejo, tem-se ateado. As convulsões nos chegam a todo momento. O testemunho dos sentidos e a experiência da razão vão nos escapando a passos largos.
Já em outro poema, “Ocorrência”, lemos:
“Tocar com os dedos / os meandros da verdade, / num transporte de desejo / onde o ceticismo perde em essência, / já que acompanhado do impulso de vida / que caracteriza a vontade da procura.
A pretensão de assim reter / uma parcela dos fatos / e com a cumplicidade do sonho, / extrair um pouco de uma felicidade / que de tanto escassa foi perdida / em delírios de falsa vitória.”
É preciso fazer florescer uma nova concepção do mundo e da vida – e isto já foi falado muito! –, um conhecimento de leis superiores, uma afirmação da ordem e da justiça universais, apropriadas a despertar em nossos corações uma fé mais firme e mais esclarecida no futuro, um sentimento profundo de nossos deveres, um afeto real por nossos semelhantes, capazes de transformar a face de nossas sociedades.
Estamos cansados de viver como cegos, ignorando a nós mesmos, pois a satisfação das obras de uma civilização material e inteiramente superficial não convencem. É preciso aspirar a uma ordem de coisas mais elevada.
Custa crer que a vida seja mera ironia da sorte, ou o resultado de um acaso estúpido. Há controvérsias, sabemos, mas não damos sequer a importância devida (porque não nos melhoramos individualmente), que certamente ela é consequência de uma lei justa e equitativa, que abre perspectivas radiosas de futuro, e fornece um alvo mais nobre sobre nossas ações, para que afinal se faça luzir um raio de esperança na noite das incertezas, aliviando o fardo de nossas provações e ensinando a não mais temer a morte.
Que dizer de um poema como “Ciclo II”?
Quando a chuva neutralizar / a esperança das flores no chão / uma semente irá se desenvolver / à imagem e perspectiva de tornar-se, / sintetizando em si todo o anseio dos homens / para que de seus ossos não se faça apenas / um cemitério, mas também um canteiro.”
Dizem que o filósofo francês Jules Michelet teria escrito que “O amor não mata a morte, a morte não mata o amor. No fundo entendem-se muito bem. Cada um deles explica o outro.” Talvez pensando nisto, Milton Rezende tenha concluído seu livro com três deliciosas prosas poéticas que, apesar de se encadearem como passagens da vida de um escritor solitário, têm a firme ancoragem justamente no amor.
* https://www.revistaobule.com.br/ *
Revista O Bule é uma revista digital independente dedicada à literatura e ao cinema, criada em 2010. Reúne 12 colunistas de diferentes estados do Brasil e publica quase diariamente contos, poemas, crônicas, resenhas, entrevistas, micronarrativas e críticas de filmes. Funciona como um coletivo não hierarquizado, prioriza o texto (contemporâneo, marginal e canônico), tem histórico de atuação intensa na cena literária e retornou após uma pausa com a mesma proposta: divulgar, discutir e provocar por meio das palavras e das imagens.
A gente não bate na porta.
A gente chuta.
Agora sim, anunciamos:
estamos prestes a publicar a história em quadrinhos XXI, com lançamento previsto para fevereiro de 2026.
Roteiro e desenho de Diego El Khouri — o outsider da Galáxia de Parnaso.
O trabalho atravessou de 2019 até 2023, em meio a pausas forçadas, interrupções para produzir outros trabalhos, sobreviver, atravessar o colapso do mundo e voltar.
Nesse percurso, houve a luta insana pela sobrevivência e a necessidade constante de defender a própria arte contra o apagamento, a indiferença e a domesticação.
XXI só existe porque houve teimosia radical.
Porque a arte, para Diego El Khouri, não é escolha:
é obsessão.
E obsessão não para.
Ela continua.
O resultado é uma obra visceral, agressiva e indigesta, uma crítica direta a esse século bizarro, doente e espetacularizado que insiste em nos triturar diariamente.
O trabalho nasce após a produção em óleo sobre tela, da série Século Sinistro.
A HQ XXI é o resultado dessa pesquisa:
Pequenos contos em forma de quadrinhos que dialoga, relata e escancara o século sinistro em que estamos atolados.
É confronto.
Atenção:
📌 Fique ligado.
Nas próximas semanas vamos divulgar data exata, link de compra e detalhes finais.
🔥 BOMBA LITERÁRIA NAS RUAS 🔥
A Editora Merda na Mão anuncia, sem pedir licença:
vem aí a SEGUNDA EDIÇÃO de BIQUEIRA, livro de poesia de Rafal Vaz, — e não é reedição burocrática, não.
É OBRA NOVA DENTRO DA OBRA.
Essa nova edição chega com poemas inéditos, textos que não estavam na primeira prensagem, ampliando o impacto, o corte e a sujeira necessária dessa poesia que nasce da rua, da tensão e do confronto.
Biqueira volta mais afiada, mais viva e mais perigosa.
Uma poesia que não pede lugar — toma.
LANÇAMENTO AINDA EM JANEIRO DE 2026.
Sim, é agora. É já. É no calor do mês.
Esta edição conta com a colaboração de Lívia Batista, do Mova-se Projetos Culturais, assinando a diagramação a partir e dentro da estrutura criada por Fabio da Silva Barbosa na primeira edição, ampliando e tensionando o projeto gráfico original.
* Detalhe importante: nessa edição vai ter também algumas novas ilustrações de Rafael Vaz .
A Merda na Mão segue firme no seu propósito:
👉 publicar os impublicáveis
👉 ampliar vozes que escrevem da borda
👉 transformar livro em artefato de resistência
Fiquem atentos.
A biqueira vai reabrir — e vai ter coisa nova no balcão.
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Pra quem quiser rever o lançamento da primeira edição do livro Biqueira, publicada em 2022:
https://www.youtube.com/live/Msl11pG_F6w?si=v0gFvtCGT0VpG3or
Joka Faria, professor e escritor, sobre a primeira edição do Biqueira: