quinta-feira, 16 de abril de 2026

Rompendo o silêncio

Somos um grão de areia 

nesse mundo de preconceito, 

violência e desigualdade.

As flores enfeitam a morte, 

o sangue derramado revela a sua fluidez.

E ainda assim, insistimos em brotar,

mesmo no solo árido da injustiça.

Há raízes que não se calam,

há vozes que rompem o silêncio

como trovões em céus cansados.


A  voz não que se cala é a voz do gueto, 

é a voz sem medo, armada e engatilhada 

e apontada contra o preconceito;

Contra aqueles que foram eleitos 

e hoje armados de papel e caneta querem nos derrubar, nos calar.

Mas não vão, porque somos guerreiros 

e guerreiros, 

juntos contra o estabelecido 

e estrutural preconceito.


Dueto de residência:

Clarisse da Costa 

Cedric de Oliveira Felipe

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