HQ XXI
domingo, 18 de junho de 2023
Um urro agonizante vindo do peito do carrasco
sexta-feira, 16 de junho de 2023
"A moral é a fraqueza do cérebro"
Por: Diego El Khouri
Na minha concepção anarquista e politicamente incorreta na arte é permitido tudo. Não defendo nenhum tipo de censura. O indivíduo (CPF) pode ser sim criminalizado se falar algo ofensivo, mas a arte é o espaço da liberdade total já que é algo subjetivo. Tem trabalhos artísticos que desprezo, mas mesmo assim defendo o direito de produzirem suas artes mesmo que estejam a serviço do inimigo. Vocês sabem minha posição . Na minha arte eu nunca vou bater nas minorias. Meus inimigos estão no poder. Se algum bosta me processar achando que minha arte é ofensiva (e de fato minha arte fere mais que lâmina) com quem vou recorrer? A direita é um lixo que desprezo intensamente , mas tem uma ala moralista e limpinha da esquerda que me enche o saco. Penso como o poeta Rimbaud: a moral é a fraqueza do cérebro.
quinta-feira, 15 de junho de 2023
Disponível a segunda e última edição do Fanzine Varejeira no Céu da Boca
A idéia inicial, era ser uma trilogia de Fanzines, mas o encerramento no segundo número se fez necessario, devido a outros projetos do editor.
O fanzine é editado e rabiscado por Alexandre Chakal e teve participações dos zineiros Guga Burkhardt ( Acclamatur Zine - Recife /PE) e Robson Desgraça ( Desgraça Zine - Salvador / BA).
Material disponível com o editor e também no catálogo da Editora Merda na Mão e Reboco Caído Zine.
Editor: Alexandre Chakal
Formato: A5
Papel: Offset
Páginas: 12
Distribuição: Editora Merda na Mão
Contatos:
Editor: musicreunion@gmail.com
Reboco Caído Zine: fsb1975@yahoo.com.br
Editora Merda na Mão: editoramerdanamao@gmail.com
Fonte:
quarta-feira, 14 de junho de 2023
Na próxima sexta - 16/06 - 18h - Na combinação data e hora mais macabra que poderia existir...
Se você busca um entretenimento leve e de fácil digestão
não perca seu tempo
pois não encontrará uma gota disso por aqui
Ânsia Compulsiva é um programa aperiódico fermentado pela mente enferma e odienta de Fabio da Silva Barbosa. A ideia nasceu quando Fabio, em suas experiências performática e poéticas, começou a fazer alguns vídeos caminhando em ambientes urbanos, filmando apenas os pés e declamando improvisos que passavam por sua cabeça, em uma verdadeira diarreia mental. Algo sendo expelido e exorcizado, jogado no asfalto de forma explícita, vindo direto do reino desencantado da bílis e do azedume. Isso, se não me engano (E é muito fácil estar enganado), foi em 2021 ou fins de 2020. No ano seguinte fiz mais uns seguindo a mesma linha. Alguns felizardos não viraram lixo criativo vagando na memória do meu computador. Foram utilizados pelo coletiveArts (Coletivo de artistas do qual faço parte) e outros pelo canal do youtube da Editora Merda na Mão. Pensando com Diego sobre novos programas para nosso YoutuboDigestivo, pensamos em um programa aperiódico no formato deste novo experimento que vinha desenvolvendo em vídeo. O primeiro programa foi ao ar no dia nove de maio de dois mil e vinte e dois e de lá para cá manteve seu espírito livre e insano, trazendo sempre novos formatos e testes. Sem nunca perder a veia poética, cada programa é uma surpresa. Nesta sexta, Dezesseis do seis, ás dezoito horas, você terá a chance de acompanhar todos os programas na ordem que foram lançados. É só clicar no link https://www.youtube.com/watch?v=KVjdudb7Xv0 e cuspir para alto para ver onde vai cair.
segunda-feira, 12 de junho de 2023
Falha no sistema
Um toque pra você que acompanha nosso blog
ou para você que acaba de aterrizar por aqui
De uns dias para cá, quando você chega ao final da nossa página e quer ver as postagens mais antigas, a opção que deveria servir a este propósito não está funcionando.
Estamos trabalhando para solucionar este inconveniente o mais rápido possível, mas o tempo e a paciência tem atrapalhado bastante neste processo.
Deixamos então uma dica para poderem acionar as páginas anteriores sem morrer de ódio por causa destas merdas da internet.
Vá na coluna da direita e clique em arquivo do blog, na data que desejar.
Sabemos que não é o ideal, mas. por enquanto, será o jeito.
Amanhã estaremos de volta com uma nova postagem.
Os irresponsáveis pela editora
domingo, 11 de junho de 2023
Alguns materiais que temos na Merda na Mão Distro
UNFIT ASSOCIATION
Álbum: Absurd Reality / Flagging water
CD Realizado em 2011
Gênero: Death Metal
Localidade: Hungria
Lançado pela Publisher Neverheard Distro
MOKER
Álbum: Satan ' Den
CD realizado em 2014
Gênero: Grindcore
Localidade: Bélgica
Lançado pela Clenched Fist Records
Para ver mais e conhecer nossa distro
https://editoramerdanamao.blogspot.com/p/merda-na-mao-distro.html
Para pedidos e contatos
sábado, 10 de junho de 2023
Parceiros da editora se unem para fazer um som CONTRA O MARCO TEMPORAL
CONTRA O MARCO TEMPORAL
Parte I (MARCOS FAVELA)
O Marco Temporal e um ataque orquestrado
Pelo governo contra os povos originários
Propagadores da violência e carnificina
Eles demarcam todas as terras indígenas
Mais um projeto genocida do estado
Para atender imperialistas arrombados
A existência do Marco Temporal
É um massacre ao povo ancestral
Do povo indigena que nunca se entrega
Ao M.T. que vende sua terra
Covardemente destroem a Amazônia
Grandes negócios no Brasil colônia
Eles transferem os recursos híbridos
De mão beijada pros donos do garimpo
Sobra riqueza pro setor energético
Destroem o solo com exploração do minério
Economia verde é só ideologia
Que manipula os crimes ruralistas
Das mineradoras e do agronegócio
Dos madeireiros, grileiros ambiciosos
Especuladores das terras e jazidas
Segmento econômico , político ecocida
Nenhum governo vai enfrentar o capital
Só o povo para derrubar o Marco Temporalal
REFRÃO
Resistência indígena contra a opressão
Lutando e inflamado a rebelião
Contra os ataques do Estado e do capital
Revoguem essa porra de marco temporal
Parte II (RODRIGO)
Desde a invasão do colonizador em nossas terras
Somos atacados com violência e guerras
Invasores europeus gananciosos capitalistas
Sanguessugas das riquezas da América latina
Seja na colonia, no império, ou na republica
O genocídio indígena se perpetua
Através da escravidão, rapinagem, saques
Morticínio, matança, requintes de crueldade
Disseminado pelos imperialistas
Europeus e estadunidenses belicistas
O resultado do cenário avassalador
Vidas ceifadas pela ambição do colonizador
Corpos indígenas empilhados em covas rasas
Mortos por inanição, doenças, cruz, balas
Aldeias incendiadas, ataques armados
Criminosos financiados por latifundiários
Apoiados pelo agronegócio e ruralistas
Capitalistas em busca de minérios e jazidas
Nenhuma lei ou ministério indígena
Vai barrar os interesses colonialista
Só com as forças das ruas insurgentes
Com rebelião popular combatente
Poderá barrar a expansão do capital
Revoguem essa porra de marco temporal
REFRÃO
Resistência indígena contra a opressão
Lutando e inflamado a rebelião
Contra os ataques do Estado e do capital
Revoguem essa porra de marco temporal
Parte lll (LEAL)
Somos um povo forte no campo e na cidade
Temos que fortalecer a combatividade
Juntar forças e fazer ecoar a nossa voz
Contra as politicas de morte no nós por nós
Reagir contra aqueles que querem nos destruir
Ousar lutar e se rebelar até o fim
Contra os políticos financiados pela industria do minério
Assassinos sociais que estão no congresso
Elaborando leis para legitimar o genocídio
Para o Estado encobrir os crimes dos ricos
Aos playboys tudo é permitido nesse cenário
Até tirar aquilo que para nos é mais sagrado
Nossas vidas e nossos territórios
O racismo ambiental é notório
O alastramento das politicas sanguinária
Lubrifica essa engrenagem macabra
Onde o cifrão está acima da vida e da natureza
Mais não vamos se reder pra esse sistema
Igual nossos ancestrais lutaram e resistiram
continuaremos trilhando seus passos e caminhos
Batendo de frente , trancando vias
Enfrentando os jagunços e a policia
Marchando e lutando com determinação
Abaixo esse porra ou segurem a rebelião
REFRÃO
Resistência indígena contra a opressão
Lutando e inflamado a rebelião
Contra os ataques do Estado e do capital
sexta-feira, 9 de junho de 2023
Arte de Jorginho A. Rocha - Inspirada na HQ XXI
A HQ XXI nem saiu e já inspira trabalhos como este, do grande Jorginho A. Rocha.
A HQ XXI é uma HQ de Diego El Khouri que tem previsão para sair ainda este ano pela Editora Merda na Mão.
...
Outras postagens sobre a HQ XXI que rolaram em nosso blog:
E Diego El Khouri segue na produção voraz de sua HQ XXI
https://editoramerdanamao.blogspot.com/2023/03/hq-xxi.html
HQ XXI PELA EDITORA MERDA NA MÃO
Mais um capítulo da HQ XXI.
Acompanhe esta obra em andamento
quinta-feira, 8 de junho de 2023
O que Washington Marchon anda arrumando por aí?
Se você ainda não adquiriu o novo trabalho da Enemy Cross, corre enquanto tem editoramerdanamao@yahoo.com
Dominical Doom. Lançamento Ruídos Absurdos, o selo de barulhos e infernos da Editora Merda na Mão
quarta-feira, 7 de junho de 2023
LEMBRAR PARA NÃO ESQUECER
O "Rancoroso manifesto regado com os venenos de um grinder filho da puta cheio de puro ódio rançoso devidamente vomitado, mijado e cagado para cima de vocês todos..." foi o primeiro lançamento da Editora Merda na Mão.
Esse documento é formado pela entrevista realizada por Fabio da Silva Barbosa com Danihell Slaughter. O manifesto tem 26 Páginas. Capa e Miolo: Preto e branco. Um trabalho em conjunto entre a Murder Records e o zine Reboco Caído e lançado pela Editora Merda na Mão em formato digital.
Posteriormente o trabalho teve versões impressas lançadas no Brasil, pela Editora Merda na Mão, e na Holanda, pela Murder Records. Embora o material físico tenha esgotado, ainda disponibilizamos o digital no ISSUU da editora.
https://issuu.com/editoramerdanamao/docs/rancoroso_manifesto
terça-feira, 6 de junho de 2023
Você já garantiu a sua camisa da Editora Merda na Mão?
Ainda não???
Então acelera o passo e
entra em contato agora
domingo, 4 de junho de 2023
Dias de novos vídeos em nosso canal Anal - Direto dos estúdios Merda Pura
Dia 02/05 iniciamos mais um atentado via nosso youtubo digestivo
- Expelimos novos vídeos enviados por nossos leitores -
Começamos com uma leitura do artista visual Bruno Benedicto, recitando outro poema do livro Biqueira, de Rafael Vaz.
quinta-feira, 1 de junho de 2023
Mais alguns escritos FSB
A história da mola
E quando os sedativos acabarem
e a realidade vomitar em sua cara
tudo o que acontece
neste mundo a sua volta
como um soco em seu nariz
e já não consegui fingir
que não tem nada a ver com isso
mesmo que aperte os olhos
e tape os ouvidos com toda a força
você já não é mais
capaz
e a mentira já não pode mais te proteger
O medo consumindo
até não sobrar outra opção
reação
Nenhuma decisão é fácil
mas algumas são inevitáveis
Apenas um momento
uma fração de milésimos
Uma fatia da madrugada
Tempo de silêncio total
O anúncio do fim do escuro
Estava trabalhando
Todo mundo parecia dormir
menos Aretuza
Esta já tinha feito de tudo
e procurava mais alguma coisa
para poder inventar
Coisa ruim
Caminhando descalço
pelos desertos escaldantes
cozinhando as solas dos pés
que já são tiras de bacon
bem passadas
em más passagens
em maus bocados
Tropeça apenas
em latões vazios
como seu interior
de onde já sai o zumbido
do oco recheado de coisa alguma
como aqueles casulos que jazem
secos e cobertos de imundícies
Não se sabe de onde vem
tanta sujeira a nos inundar
nesta solidão sem fim
que tem origem na incompreensão
ou na glândula biliar de algum demônio
responsável por nos impor
tristezas e suplícios devastadores até para o maior masoquista que se teve notícias
Criaturas
inconformadas
O seu horror pra mim
é tudo de mais belo
Não canso de admirar
O que lhe causa espanto
Mas a vida é mesmo assim
cada um do seu jeito
mesmo que alguns
não sejam de jeito nenhum
Já não acredito mais que tudo seja assim
E esse cansaço mórbido
implorando pelo fim
no suspiro final com vestido de cetim
Nem sei porque penso essas coisas
Nada disso faz sentido
Está além do meu controle
Conviver com tantas dores
Não sei pra onde vou
nem muito bem quem sou
Respostas não existem
As mentiras prevalecem
Pensamos em um plano extremo
Provocar um colapso sistêmico
Que apodreça as engrenagens
e derrube as paredes
Me perguntam por que sou
Respondo porque quero
Prefiro um jeito que não seja o seu
Dar uma cabeçada na parede não é tão ruim quanto parece
E o cheiro dos tiros e bombas
já criaram seus sabores
Meu corpo foi atingido
pelos que defendem os senhores
E agora é o gosto de sangue
E o corpo não se move
Tudo isso pra neutralizar
outra terrível ameaça
Mas em nosso querido covil
estamos reproduzindo ideias
Ampliando o questionamento
Proliferando toda dúvida
A história de mais
um
Acreditando em nada
Não conseguia escolher qual mentira seguir
Sem desejo de participar
Não conseguia sentir, ser ou estar
Sem cura para quem conseguiu perceber a farsa que sustenta este jogo de cartas marcadas
Não havia tratamento que o ensinasse a deixar de ver o que está a sua frente
Fingir ser forte só para causar boa impressão
Fingir ter fé só para encurtar o sermão
Fingir que a família vai bem só para retardar o fim do que se desintegra
Fingir que ainda existe para se camuflar entre os que seguem a regra
Tentou o médico mas só o que conseguiu foi aumentar seu tédio
Foi em algumas religiões mas nenhuma conseguiu o embalar ao som das suas enganações
Cada vez mais as coisas faziam menos sentido
Ele não queria estar
dentro
Não tinha redes sociais
Nunca usou pix ou uber
Aplicativo era uma palavra repulsiva
Estava completamente fora
desse mundo
de “facilidades” que escravizam,
esvaziam, limitam e controlam
Sempre se negou a fazer parte
Agora mais que nunca
O rebelde das letras
Não acreditava nas rimas
Mandou as redondilhas a merda
Não tinha paciência pra métrica
A tradição e antigas formas
lhe pareciam algo mais que chato
Brincava com as letras do seu jeito
mesmo desagradando aos que decoravam
toda aquela inutilidade de regras
Por mais que torcessem o nariz para sua produção
que era bom
era
Sobre aquilo que estávamos conversando ontem
Não acreditamos
na sua conduta e moral
Estamos caminhando
na contramão do seu normal
para destruir o seu ideal
hipócrita e limitado
Podem prender
Podem bater
Podem nos matar de fome e
sede
Sem um troco pra tomar
aquela da parede
Podem ignorar
Podem criticar
Podem torturar e
esquartejar
que não conseguiremos
deixar de ser
aquilo que somos
Tapete de farpas
Triste coisa é sofrer
dos males do coração
Desatina o sentir
Desorienta a razão
O peito sangra
e nem consigo perceber
A vida é dura
e se joguei foi pra perder
Já desisti até de sofrer
Quero me esquecer
me enlouquecer
me entorpecer
Desaparecer
Tentando me
refugiar onde não existe para ver se consigo me livrar
Quanta frustração
e melancolia
temperados com angústias e aflições
E ainda dizem que a culpa é sua
como se fosse uma questão de escolha
submersa neste fluxo em descontrole
Mas o tédio
e o desespero
mantém este desagradável cheiro
E você nunca será bem recebido
como aquela visita esperada
já que de seu corpo exala a fragrância errada
Tudo o que você falar
será considerada a mais pura besteira
já que a lógica imposta diz que você está sempre errado
O jeito é se afastar
sem nenhum humano encontrar
seria uma boa saída para deixar de atrapalhar
Mesmo não querendo sua companhia
eles vão aparecer para azucrinar
dando bom dia e dizendo querer ajudar
Que profunda e desagradável agonia
elevando ao máximo
seu nível de melancolia
Já que nem ao menos consigo me exilar
pegarei a vida e darei uma encarada em seus olhos sarcásticos
a sacudirei pelos ombros e gritarei basta
BASTA!!!!
Turbulência crítica
Os planos deram errado
e tudo o mais rompeu-se em escombros
diante da sua figura
Resta apenas o nada como trunfo
pois o curinga já foi decapitado
sob as leis que mantém tudo em seu devido lugar
Quando você olhar em volta
pesquisando cada centímetro cúbico
não vai encontrar as saídas cuidadosamente camufladas
Portas abertas apenas para alguns
bem nascidos
ou conhecidos de seu Fulano ou Beltrano
Com isso lhe resta a miséria
que o conduzirá rapidamente até este triste e amargo fim
coberto de desgosto e infelicidade
Não se sabe se é praga ou vítima de aparição
coisa de azar ou maldição
estarmos sendo aniquilados com a benção da indiferença
E assim segue o desastre
de geração em geração
sem saber para onde ir
Caminhando como cegos em tiroteios
sentindo o corpo se dissolver
ou correndo sem direção
Um misantropo hediondo por natureza
A solidão preenchendo
um ser tão vazio
quanto a existência
Um peito seco
rachado como a sola do pé
ou um solo árido
Não se sentia bem em grupos
ou se enquadrando em qualquer opção
Não sustentava rótulos
ou tinha convicções
Sozinho chegou
e mais sozinho ainda se foi
Por Fabio da Silva Barbosa
quarta-feira, 31 de maio de 2023
Mensagem do mano Nem, da Cama de Jornal
Cama de Jornal pelo blog da editora:


















